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Cartão vermelho para a arbitragem? Abril 14, 2008

Posted by Redação CPJ in Futebol Nacional.
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Ontem mereceu, pois foi muito mal.

Paulo César de Oliveira começou inseguro, exagerando na marcação de faltas e exibindo muito rigor nas advertências. Foi assim nos cartões amarelos para Zé Luis e Valdivia.

No polêmico lance do gol, fica claro que Adriano esticou o braço para tocar a bola. Um erro grosseiro, em conjunto com a assistente, que interferiu diretamente no resultado do jogo.

Com a certeza de ter validado um gol irregular, Paulo César carregou sua consciência pesada pelo restante do confronto, interferindo no andamento do duelo.

Prova disso foi sua mudança de postura ao aplicar um critério diferente para advertir os jogadores. Evitando criar mais confusão, o árbitro não mostrou o mesmo excesso de rigor do início da partida, e deixou de expulsar Zé Luis e Valdivia em lances que mereciam cartões.

A Federação Paulista confiou em seu árbitro número um para um jogo decisivivo, mas ele não correspondeu. Paulo César errou muito, e merece as críticas.

Como contrapartida, chovem protestos. O Palmeiras já deu o seu decreto: “não queremos o Paulo César até o fim do Campeonato Paulista”.

Comentários»

1. http://ds.rehem.zip.net/ - Maio 19, 2008

DEBATE SOBRE A MELHORIA DA ARBITRAGEM

No último dia 12, o colaborador Adeodato, ao comentar sobre o tema EXTINÇÃO DO EMPATE NO FUTEBOL, faz o seguinte comentário: “òtima idéia, acrescentaria, apenas, a existência de 02 (dois) árbitros, um em cada campo de jogo para minimizar as falhas por mau posicionamento dos árbitros.”

Ao fazer tal comentário, imagino que ele toca em outro tema, ainda não abordado, objetivando a melhoria das condições de arbitragem, que merece a nossa atenção e aprofundamento. A sua sugestão básica consiste na inclusão de mais um árbitro, cada um tendo jurisdição sobre meio campo.

Ao abrir o debate, tencionando esquentá-lo, gostaria de incluir, alternativamente, a sugestão de acréscimo de mais 2 bandeirinhas (árbitro auxiliar), o que cobriria integralmente as duas linhas laterais do campo. Essa providência poderia trazer mais conforto e tranquilidade ao juiz central, pois, em cada meio campo ele teria 2 auxiliares.

Não sei se vocês observaram, mais o juiz central, durante todo o jogo, fica correndo através de uma linha diagonal do campo cujas extremidades coincidem com as bandeiras indicativas do corner, no lado onde não estão os bandeirinhas. Esse comportamento é exatamente para cobrir as laterais onde não estão os auxiliares. Com a inclusão de mais dois árbitros auxiliares, como proposto para debate, o juiz central teria mais liberdade para correr e arbitrar, desvencilhando-se daquela “linha diagonal” que é uma verdadeira camisa de força.

Escrito por drehem às 09h13 [(7) COMENTÁRIOS] [envie esta mensagem] [link]

12/03/2008

DEBATE SOBRE O CONTROLE DA CRONOMETRAGEM

Os árbitros atualmente tem muito poder sobre a partida e isso não raras vezes interfere no seu resultado.

Um item que aqui destacamos é a cronometragem do tempo de jogo. Tempo, que é uma questão objetiva, em futebol transforma-se em subjetiva, pois as prorrogações, sempre em minutos redondos (1, 2, 3, 4 … minutos), são determinadas pelo juiz de forma empírica e sem correlação direta com os acontecimentos específicos daquele jogo. Além disso, o tempo concedido é sempre, e com razão, um ponto de polêmica entre torcedores, comentaristas e dirigentes.

A sugestão é adotar-se o critério do tempo jogado (bola rolando), que deverá ser inferior ao tempo subjetivo atualmente adotado (45 minutos por tempo). Por exemplo, cada tempo teria 40 ou 35 minutos de jogo, bola rolando, não sendo computado o tempo de jogo parado.

O controle desse tempo deverá ficar a cargo de uma mesa, como ocorre com o basquete e o futebol de salão. Encerrado o tempo de jogo, estando a bola em movimento, apenas aguardar-se-á a conclusão do seu percurso, sem tocar em qualquer jogador, para o fim do jogo.

A adoção do aqui proposto, além de outras vantagens, permitirá ao árbitro melhor dedicar-se exclusivamente à arbitragem do jogo, sem qualquer preocupação com a cronometragem.

Escrito por drehem às 06h28 [(5) COMENTÁRIOS] [envie esta mensagem] [link]

10/03/2008

DEBATE SOBRE A EXTINÇÃO DO EMPATE NO FUTEBOL

Tencionando provocar o debate sobre a questão, a idéia é a extinção do empate no futebol, a exemplo do praticado em outras modalidades esportivas como vôlei e tênis, aumentando assim a emoção do jogo.

Nas partidas concluídas com empate em gols, seriam usados outros critérios de avaliação de desempenho, dando um enfoque mais moderno à questão, conforme abaixo:

1. Bolas na trave

A equipe que tiver mais bolas na trave a seu favor vence o jogo.
Colocar a bola na trave é mais difícil, em termos de probabilidade, do que fazer o gol. A adoção desse critério valorizaria algo que emociona as torcidas, faz corações dispararem e sofrerem, entretanto não tem qualquer valor prático. O critério de desempate por bola na trave transformará o que hoje é entendido como infortúnio, em sorte, fazendo valer o justo raciocínio de que bola na trave pode ser meio gol.

2. Escanteios

Na hipótese de empate no critério de bolas na trave, parte-se para o segundo critério: a equipe que tiver mais escanteios a seu favor vence o jogo.
Os escanteios a favor de uma equipe são um sintoma de que a mesma está atacando, chutando em gol, empenhando-se para ganhar a partida. Ao contrário da equipe que está na defensiva, tentando evitar os gols do adversário.

3. Faltas

Ocorrendo também empate em número de escanteios, parte-se para o critério de faltas.
A equipe que tiver mais faltas a seu favor vence o jogo.
O número de faltas cometidas é sintomático de uma equipe que, inferiorizada tecnicamente, paralisa o jogo, cometendo infrações e tornando-o de inferior qualidade, ou seja, praticando o anti-jogo.

4. Pênaltis

Finalmente, permanecendo também o empate no número de faltas, o jogo seria definido por cobrança de pênaltis, na forma atualmente adotada.
Raríssimas partidas seriam desempatadas pelo critério dos pênaltis. Esse critério é considerado pela maioria dos técnicos, jogadores, torcedores e comentaristas como uma verdadeira loteria, prevalecendo a sorte sobre o talento e merecimentos da equipe. Como proposto, somente ocorreria a disputa de pênaltis na hipótese de empate em gols, escanteios e faltas, circunstância que confirmaria com muita precisão a igualdade das performances das duas equipes. Poder-se-ia até imaginar a decisão na moeda (cara/coroa) em substituição aos pênaltis.

PONTUAÇÃO

A pontuação sugerida é a seguinte:
Vitória normal (por gols) : 3 pontos
Vitória por critério de desempate : 2 pontos

Como conseqüência, desapareceria o 1 ponto correspondente ao empate.